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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Dia do Orador

Falar às pessoas desperta no orador qualidades que não suspeitava possuir; desamarra-lhe a língua e ponto de conseguir sublimes efeitos oratórios.


Nas primeiras palestras, é comum o orador gaguejar, suar frio e gesticular muito, demonstrando um medo natural mas que deve ser vencido pela prática constante. O orador não deve se preocupar com o auditório, seja ele composto de dez ou mil pessoas, a atitude deve ser sempre a mesma. Deve ter o cuidado de dirigir-se a todo o auditório, sem fixar-se num único ponto ou somente em um ouvinte, passeando pelo recinto, ora para um lado, ora pra outro.


O orador deve cuidar de sua pessoa. Ao levantar-se para falar, deve causar uma boa impressão aos ouvintes. Vestido modestamente, mas bem cuidado, evite acessórios como pulseiras de ouro e telefones celulares. O orador modesto conquista a simpatia imediata dos ouvintes, mesmo antes de começar a falar.



Oratória é a arte de falar em público.


Eloqüência é a capacidade de exprimir-se facilmente; é a arte de convencer pela palavra. O objetivo do orador é convencer as pessoas de que o que estão ouvindo é verdade. Sabemos que não se pode obrigar uma pessoa a ser boa, a fazer o bem. Ninguém aceita nada forçado. Porém, se o orador consegue fazer as pessoas acreditarem que o que diz é verdade, elas deverão, cedo ou tarde, aceitar suas palavras, praticar seus ensinamentos e seguir o caminho que lhes é apontado.

A eloqüência parte do coração do orador, pois é com bons sentimentos que ele deve fazer suas preleções. Ser eloqüente é falar tirando do coração aquilo que de bom existe nele. O orador que usa apenas o cérebro poderá falar muito bem; encantará como um artista, mas não como um apóstolo. A eloqüência se adquire pelo cultivo das seguintes virtudes: naturalidade: nada de pelavras bombásticas, termos difíceis, expressões rebuscadas.

Todos precisam entender o que o orador diz, desde o mais letrado ao mais ignorante ouvinte. Jesus falava simples, simples devem falar seus discípulos. Falemos de modo natural. entusiasmo: um palestra ou preleção sem animação não convence ninguém. O orador deve falar animada e fervorosamente, mas sem exageros. Suas frases devem ser vigorosas, ardentes, afirmativas. Quando vivemos o bem que falamos, naturalmente nos empolgaremos a falar dele aos outros. Fé: ninguém fala com entusiasmo aquilo que não acredita. O orador deve ter certeza absoluta de que está ensinando a verdade aos seus ouvintes.


Conhecimento: não podemos falar com segurança sobre aquilo que não conhecemos, nem ensinar aquilo que não sabemos. O conhecimento se adquire através do estudo e da observação. Aquele que quiser preparar-se para o sublime ministério da palavra, não deverá ater-se apenas à leitura. É preciso trabalhar, aperfeiçoar-se em todos os aspectos, estar sempre pronto a ouvir, e disso tirar ensinamentos para transmiti-los a seus ouvintes O orador eloqüente vive aquilo que prega. A palavra sem o exemplo é letra morta. Aquele que demonstra coerência entre seus atos e suas palavras, quando se levanta para falar, é respeitado pelo auditório. Fala com confiança pois ninguém poderá julgá-lo hipócrita.



Preleção : É simplesmente pôr em ordem os apontamentos feitos de maneira a formarem um conjunto harmonioso, dando um toque pessoal, sem modificar os princípios e ensinamentos. A preleção não deve ser longa. Deve ser simples, concisa, contendo apenas o necessário para enunciar o tema e discuti-lo claramente. Devemos abolir as palavras inúteis, ainda que bonitas. Mas não deve ser tão curta a ponto de proibir o orador de discutir amplamente o tema. O orador inteligente exprime o que deseja em razão do tempo disponível. A preleção não deve ser lida diante do auditório, nem pronunciada de cor. Isso tira-lhe o entusiasmo, a personalidade do orador. Perde-se a espontaneidade e, conseqüentemente, e eficiência. Sem contar que é muito comum esquecer aquilo que foi decorado, e não estudado.



Fonte:Que Dia é Hoje

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