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sábado, 11 de abril de 2009

ENCARAR A VIOLÊNCIA PARA TER PAZ


:: Bel Cesar ::

Ontem, recebi um e-mail de uma amiga contando uma fato trágico, que infelizmente tornou-se "mais um". Ela escreveu: "Hoje tive um dos dias mais tristes da minha vida. Uma funcionária muito querida perdeu o marido de uma forma trágica: assalto à mão armada durante o trabalho. A perda foi totalmente inesperada, embora, que aqui nesta cidade, a gente viva esperando que essas coisas nos aconteçam de uma hora para outra. Mãe de três filhos, sendo um de apenas 3 anos, esta mulher trabalha super bem, nunca faltou, nunca nos deixou na mão e sempre brincamos sobre a paixão que demonstrava sentir pelo marido. Ainda ontem ela brincava que ia tentar fazer um passeio surpresa com ele, mas a surpresa veio antes desta possibilidade. Surpresa que -confesso-, não me surpreende. Faz tempo que não consigo mais viver confortavelmente em São Paulo". Continue lendo...

1 comentários:

Antonio 12 de abril de 2009 20:02  

Núccia,
Minhas palavras são apenas de alguém que sente muito por esta perda. Sua amiga perdeu o marido, você perdeu um amigo e eu perco mais um dos meus semelhantes, pessoa de bem, que vivia para a esposa e filhos; pessoa digna, que trabalhava, que tinha projetos e sonhos. Uma perda de forma estúpida como as muitas que têm ocorrido nestes nossos dias.
Se, numa situação normal, exemplificando, alguém que estava bem até se deitar e morreu dormindo; ou noutra, cuja morte é esperada, pela gravidade de um acidente, doença etc, e, por isso mesmo desejada, para que termine o sofrimento; ainda sofremos, nos abatemos, o que dirá numa morte violente?
Que Deus lhe dê forças para estar ao lado da sua amiga e ajudá-la, seja com palavras, seja por apenas estar ao lado.
Minhas orações são para que Deus esteja confortando esta sua amiga, dando-lhe forças para cuidar e lidar com os filhos neste momento delicado.
Uma abraço solidário.
Do amigo,
Regly

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"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo." Clarice Lispector
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